Movimentos
Pertencer a dois movimentos na Igreja é, para mim, uma experiência profundamente gratificante. Cada um, à sua maneira, preenche o meu coração e eleva o meu espírito. Num deles, somos uma verdadeira família. Trabalhamos arduamente, mas com alegria. Rimos enquanto brincamos e falamos com seriedade quando é necessário. A nossa caminhada é de crescimento, não só espiritual, mas também humano. Evoluímos juntos em todos os aspectos, apoiando-nos mutuamente e fortalecendo os laços que nos unem.
No outro, a experiência é igualmente enriquecedora, mas de forma diferente. Estudamos a Palavra Sagrada, refletimos e rezamos juntos e, mesmo nos momentos mais sérios, há sempre espaço para o riso e o calor da amizade. Somos mais do que amigos; somos irmãos na fé, unidos pela crença comum e pelo desejo de viver uma vida mais próxima de Deus. Sinto-me católica, mesmo antes de saber o que isso realmente significava. Desde sempre, soube que a minha fé era algo inato, algo que me define e me guia.
Reconheço que não somos perfeitos. Todos erramos, mas, como disse o padre na última homilia, o importante é tentarmos, e tentarmos muito. A nossa comunidade está a aprender a ser melhor, mais unida, mais acolhedora, e a viver a fé não só dentro da Igreja, mas também no dia a dia. Não basta participar na missa; é fundamental praticar o Evangelho fora dela, nas nossas acções quotidianas.
É neste equilíbrio, entre o trabalho comunitário e o estudo da fé, que me sinto realizada. São estas experiências que me moldam e que me fazem querer ser uma pessoa melhor, uma cristã mais consciente. E, mesmo quando falhamos, levantamo-nos, juntos, prontos para tentar novamente. Afinal, não é esse o verdadeiro espírito da fé?
O meu tempo está sempre organizado de forma a conseguir fazer voluntariado e passar tempo de qualidade com amigos e família mas sempre com Deus.
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