"Frase do dia"

 "Quem ri por último, ri melhor." Esta expressão, tão popular quanto enigmática, carrega em si uma sabedoria ancestral, lembrando-nos que a verdadeira vitória não pertence necessariamente a quem começa com vantagem, mas sim àquele que persevera até o fim. É um provérbio que fala sobre paciência, resiliência e a imprevisibilidade da vida.

Ao refletir sobre esta frase, torna-se evidente que ela vai além de uma mera observação sobre sucesso ou fracasso. Ela nos ensina sobre a importância de não subestimar as voltas que o destino pode dar. Muitas vezes, o início de uma jornada pode ser desfavorável, com obstáculos e desafios aparentemente insuperáveis, enquanto outros parecem avançar facilmente. Contudo, o riso final, aquele que traz consigo o verdadeiro sentimento de triunfo, pertence a quem não se deixou abater pelos reveses, a quem soube esperar e agir no momento certo.

Essa máxima também nos adverte contra a soberba e a precipitação. Quem se apressa em rir antes do tempo pode, no final, ser surpreendido por uma reviravolta inesperada. Na vida, as aparências enganam, e a história só se completa na última página. Por isso, é preciso sabedoria para não celebrar cedo demais, mas também para não desanimar diante dos desafios.

No fundo, "Quem ri por último, ri melhor" é uma celebração da justiça do tempo, que, com sua marcha implacável, coloca cada coisa no seu devido lugar. É um lembrete de que o verdadeiro vencedor não é aquele que ri primeiro, mas aquele que, mesmo enfrentando dificuldades, chega ao fim da corrida com integridade, força e, finalmente, um riso de realização.


Poema

I

Quem ri por último, ri melhor,

Diz o ditado que o tempo respeita,

Pois a vitória, que chega sem temor,

É daquele que a vida não deita.


II

No início, muitos podem triunfar,

Com risos de orgulho e vaidade,

Mas o riso final, a brilhar,

Pertence a quem vence com dignidade.


III

Quem ri por último, conhece a dor,

De esperar pelo momento certo,

De não se deixar abater pelo horror,

De um destino que parece deserto.


IV

Cada passo dado na escuridão,

É um teste à força da alma,

Mas no final, com a lição,

Vem o riso que traz a calma.


V

Quem ri por último, ri com verdade,

Pois conhece os caminhos tortuosos,

E ao encontrar a felicidade,

Sabe que seus passos foram honrosos.


VI

No jogo da vida, o riso precoce,

Pode ser doce, mas não é duradouro,

Pois só aquele que o destino roce,

Sabe o valor do riso vindouro.


VII

Quem ri por último, entende o tempo,

Que tudo coloca em seu lugar,

E mesmo que enfrente contratempo,

Sabe que, no final, vai triunfar.


VIII

A pressa em rir pode ser um engano,

Pois o futuro é incerto e impreciso,

E quem espera, mesmo em desengano,

É quem realmente conquista o riso.


IX

Quem ri por último, guarda no peito,

A certeza de que tudo valeu,

E ao lembrar de cada defeito,

Sabe que o riso, por fim, venceu.


X

Na batalha que a vida propõe,

Quem ri por último, é vencedor,

Pois ao final, a verdade compõe,

Um riso cheio de valor.


XI

Quem ri por último, ri com alma,

Pois já enfrentou o que devia,

E no riso final encontra a calma,

De quem viveu a agonia.


XII

Cada queda, cada desvio,

Foi uma lição que aprendeu,

E ao alcançar o ponto mais alto,

Ri, pois sabe que venceu.


XIII

Quem ri por último, ri de coração,

Pois já conheceu a dor da espera,

E quando chega a redenção,

Seu riso é o que a vida tempera.


XIV

Os primeiros a rir não entendem,

Que o tempo pode revirar,

E que, no fim, os que aprendem,

São aqueles que sabem esperar.


XV

Quem ri por último, ri com firmeza,

Pois seu riso é fruto de luta,

E ao final, com toda certeza,

Seu riso é a vitória absoluta.


XVI

No silêncio de uma longa espera,

Guardam-se os risos que virão,

E quem ri por último, lidera,

Pois sabe que chegou a conclusão.


XVII

Quem ri por último, ri melhor,

Pois já viu o que era incerto,

E ao chegar ao seu redor,

Vê que o riso é seu, e é certo.


XVIII

Cada passo dado com cautela,

Cada suspiro contido e dolorido,

Traz consigo a grande estrela,

De um riso que não foi perdido.


XIX

Quem ri por último, ri de verdade,

Pois seu riso é cheio de sentido,

E ao lembrar da adversidade,

Ri porque o caminho foi vivido.


XX

Na vida, o tempo é quem decide,

Quem vai rir e quem vai chorar,

E quem por último ri, reside,

No topo, onde o riso vai brilhar.


XXI

Quem ri por último, ri melhor,

Pois seu riso vem de um coração,

Que resistiu ao pior,

E encontrou na vida a razão.


XXII

Cada riso guardado na espera,

É uma promessa de realização,

E quem por último ri, lidera,

Pois sabe que venceu a razão.


XXIII

Quem ri por último, tem a vitória,

Que o tempo, sábio, lhe entregou,

E ao final, na sua história,

O riso que guardou floresceu.


XXIV

No riso tardio há uma luz,

Que só quem esperou pode ver,

E quem ri por último, conduz,

A alegria que o tempo faz crescer.


XXV

Quem ri por último, ri melhor,

Pois seu riso vem da compreensão,

De que na vida, o verdadeiro valor,

Está em esperar com o coração.


XXVI

Cada sorriso que guardou,

É um tesouro que o tempo guardou,

E ao final, quem por último riu,

Viu que o riso, de fato, surgiu.


XXVII

Quem ri por último, ri sem pressa,

Pois sabe que o tempo é senhor,

E quando o riso enfim aparece,

É o riso que traz o maior sabor.


XXVIII

E assim, na vida seguimos,

Entre risos e esperas,

Mas quem por último ri,

É quem de fato, melhor se supera.


XXIX

Quem ri por último, ri com alma,

Pois seu riso é fruto de paz,

E no fim, quem espera, acalma,

Pois seu riso é o que mais satisfaz.


XXX

Cada riso que no tempo ficou,

É uma promessa que a vida faz,

E quem por último riu, encontrou,

No riso final, a verdadeira paz.



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