"A Liberdade Não Se Pede, Conquista-se"
Eu sei porque inventam histórias a meu respeito.
Quando alguém vive de máscaras, a verdade alheia é uma ameaça.
Quando alguém constrói um castelo de papel, a simples brisa da autenticidade
pode destruir tudo.
Mas escuta com atenção:
Eu recuso ser personagem no teatro das tuas frustrações.
Tu precisas de mentiras para sobreviver.
Eu preciso de verdade para respirar.
Tu precisas de plateia.
Eu não preciso sequer de aplausos.
Eu tenho paz — e isso perturba quem só conhece guerra.
O Meu Valor Não Se Mede em Vozes Alheias
Quem me conhece de verdade
não se deixa enganar por quem nunca teve coragem de me olhar nos olhos.
As pessoas que caminham comigo sabem:
> que eu sou incapaz da injustiça que me atribuem
> que eu penso antes de julgar
>que eu estendo a mão antes de apontar o dedo
Se te inquieta a minha essência,
é porque a tua consciência não aguenta comparação.
Não és meu inimigo.
És apenas alguém incapaz de ser melhor do que a história que contas.
A Minha Alma Não se Negocia
Errar? Eu erro.
Cair? Eu caio.
Mas cresço em cada queda
e aprendo em cada cicatriz.
Prefiro mil vezes a imperfeição autêntica
à santidade hipócrita.
Quero gente que sabe pedir desculpa.
Que sabe perdoar sem se ajoelhar.
Que vive com coragem para ser quem é,
não com medo de quem os outros pensam que deveria ser.
Quero ser com gente que é.
Que ama sem espetáculo.
Que ajuda sem fotografia.
Que fala com verdade —
mesmo quando treme.
A Lição — Para Quem Precisa Ouvir
As tuas palavras não me derrubam.
Porque o meu nome está escrito em gestos,
não em boatos.
A tua maledicência não me prende.
Porque quem caminha com Deus
não precisa de autorização do mundo.
A tua sombra não me toca.
Porque eu estou ocupada
a acender luzes.
O que tu dizes sobre mim
diz tudo sobre ti
e nada sobre quem eu sou.
A Verdade: Eu Estou a Crescer. Tu Estás a Encolher.
Eu não te desejo mal.
Já carregas sofrimento suficiente dentro de ti.
Mas deixo-te um princípio simples —
um que vale mais do que todos os discursos:
Se não consegues aplaudir o brilho de alguém,
trabalha até conseguires acender o teu.
Porque, no fim, ninguém se lembra de quem destruiu.
Só de quem construiu.
E eu?
Eu vou continuar a construir-me —
com fé
com amor
com coragem
com verdade.
Eu não sou perfeita.
Sou real.
E isso basta.
Esta publicação toco fundo no meu peito. Obrigado
ResponderEliminarOlá Elisabete. Agradeço as suas palavras.
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