"Nunca..."

 Há um equívoco recorrente — subtil na aparência, mas profundamente corrosivo na prática — que insiste em disfarçar-se de virtude: a confusão entre controlo e amor. Como se vigiar fosse cuidar. Como se apertar fosse proteger. Como se reter o outro fosse, de algum modo, garantia de permanência.

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