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Modestie

 La modestie est une qualité rare et précieuse qui transcende les frontières culturelles et linguistiques. En français, elle est synonyme de grandeur d'esprit, de respect et d'humilité. La véritable humilité réside dans la capacité à reconnaître ses propres limites, à apprendre des autres et à rester ouvert aux différentes perspectives. C'est une vertu qui inspire le respect et l'admiration, car elle témoigne d'une profonde compréhension de soi et du monde qui nous entoure. L'humilité ne signifie pas se sous-estimer ou se dévaloriser, mais plutôt reconnaître que nous sommes tous des êtres humains imparfaits en quête de croissance et de développement. C'est cette conscience de notre propre vulnérabilité qui nous rend plus compatissants envers les autres et plus disposés à tendre la main à ceux qui en ont besoin. Dans un monde où l'ego et l'individualisme sont souvent mis en avant, la modestie est un acte révolutionnaire de réconciliation et de connexi...

"Bondade..."

 Não é por me dizerem que alguém fala mal de mim, que diz que eu fiz queixa contra, que eu fiz um escândalo enorme na rua e telefona até para ex-encarregados de educação a contar acontecimentos de uma forma depreciativa para manipular as pessoas a seguir na mesma direção que ela. Não é por ir buscar mensagens descontextualizadas para confirmar a sua versão e validação de factos inventados por sua mente conturbada, não é por humilhar uma criança perante os colegas de turma misturando o facto de pensar que a mãe de seu aluno era talvez maluca, não é por afastar seu filho do meu e deixar que o seu filho afastasse os colegas de turma do meu por boatos, não é por denegrir minha reputação perante os seus colegas docentes, coordenação e direção para se defender de algo que nunca fiz nem faria. Não é por atacar nas costas sem sequer dar direito a defesa, não é por ser uma carcaça podre por dentro, vazia de empatia, pois nunca mediu o que fazia nem pôs em causa os danos causados tanto na mo...

"Alquimia"

 A dor da alma é um enigma profundo e intrincado, uma ferida invisível que sangra silenciosamente, sem jamais estancar. Diferente das dores físicas, que podem ser mapeadas e tratadas com precisão cirúrgica, a dor da alma se enreda nos meandros do ser, se alimenta dos medos mais secretos, das perdas mais sentidas e das decepções mais profundas. Ela é um murmúrio constante, uma sombra que acompanha cada passo, uma presença etérea que permeia a existência. Não há remédio que cure, nem tempo que apague completamente suas marcas. Esta dor, de natureza tão subjetiva e intangível, possui uma complexidade que desafia a compreensão racional. Ela se manifesta em suspiros de angústia, em lágrimas que correm sem explicação aparente, em noites insones onde a mente revê cenas de um passado irrecuperável e projeta futuros temidos. É uma ferida aberta no tecido da alma, um grito silencioso que ecoa nos recônditos do ser, um vazio que se expande, consumindo cada traço de esperança e alegria. Com um...

"Já não pergunto."

 Já não pergunto por que fizeste O que fizeste. Pergunto como é que eu deixei, Como é que eu, mãe, Deixei-te,  quase "amiga", Chegar tão perto do meu filho, E no fim, humilhá-lo, Destratá-lo, Rebaixá-lo diante de outros, Mentir sobre ele. Como é que eu deixei? Eu deixei, Porque confiei. Porque eras mais do que uma professora, Eras minha suposta quase "amiga". Entreguei-te o meu filho, O meu maior tesouro, Acreditando que o tratarias com o cuidado E o respeito que ele merecia. Mas o que fizeste foi tão longe do que eu esperava. Agora pergunto, Como é que deixei? As tuas palavras, que deveriam educar, Viraram pedras, Humilhações que o feriram, E eu, cega de confiança, Não vi. Como pude não perceber Que em vez de ensiná-lo, O estavas a rebaixar? Enquanto eu seguia uma linha reta de confiança, Tu criavas curvas de desprezo, Pisavas o seu orgulho, E fazias dele um alvo Para a tua autoridade injusta. Gritaste que estavas certa, Quando me confrontei contigo, E eu, ainda at...

"O meu desejo é desconhecer pessoas."

Não todas, naturalmente. Há rostos que ficam connosco, como o calor persistente de um sol tímido em pleno inverno; há palavras que se cravam na memória, não como feridas, mas como mapas, apontando caminhos onde antes só havia desorientação. Quero preservar esses. Quero guardar quem soube tocar sem exigir, quem ocupou espaço sem esmagar, quem silenciou sem ofender. Quero, no entanto, desconhecer os outros. Quero apagar o vestígio daqueles que chegaram com as mãos estendidas e o coração fechado. Quero apagar as suas vozes — sim, essas vozes que nunca disseram nada, apenas ruíram por dentro, como edifícios abandonados no tempo. Quero devolver-lhes os olhares que nunca souberam ver nada para além de si próprios. Desfazer os toques que não tocaram, devolver os sorrisos que eram máscaras baratas e falsos portos de abrigo. Gostava que viessem com um botão: um pequeno e discreto "Desfazer" ao alcance de um pensamento. Ou com uma data de validade inscrita no próprio olhar, uma etiquet...

"Vazio Disfarçado"

 Quem és tu, afinal? Uma figura vazia, sem rosto, sem alma. Passas a vida a tentar comprar o que nunca poderás possuir: a atenção, a amizade, o respeito. Acreditas que, com gestos fúteis e ofertas ridículas, conseguirás enganar os outros, fazer com que te aceitem. Mas a verdade é que te tornaste uma piada, um espetáculo patético que ninguém leva a sério. A cada tentativa desesperada de te encaixar, afundas mais na tua própria mediocridade. Pensas que a aprovação dos outros pode ser adquirida, como se sentimentos e conexões fossem coisas que se vendem e compram. Tentas seduzir com presentes inúteis, crendo que isso te torna mais interessante, mais relevante. Mas o que não percebes é que todos veem através de ti. Sentem o cheiro do desespero que escorre de cada palavra tua, de cada gesto forçado. As pessoas à tua volta fingem, sim, fingem que te aceitam, enquanto riem de ti pelas costas. És um objeto de desprezo e pena, uma figura trágica que insiste em não perceber a sua própria irr...

"Perguntas..."

 E quando alguém se lembra de perguntar? "Como está a tua secura vaginal?" – e o corpo dá aquele espasmo ligeiro, o coração dá uma guinada. Não é uma simples pergunta, é quase um teste de resistência. Quem é que se lembra de tal invasão, como se alguém precisasse de andar a medir humidades alheias? Mal termina a primeira, e já vem a segunda: "E a tua libido, ainda anda tão apagada quanto uma lâmpada queimada?" Aqui, não querem só uma resposta. Querem um raio-X emocional, querem detalhes, como se a lâmpada tivesse um manual de instruções a explicar a falta de brilho. Essas perguntas parecem uma sessão de interrogatório: tocam em pontos que até nós mesmos evitamos. "Como se sente em relação ao seu prazer pessoal?" – como se fosse algo que simplesmente se encomendasse pela internet. Afinal, prazer é uma coisa complexa, quase um projeto de pesquisa. Mas quem pergunta assim espera simplicidade, como quem pergunta se queremos chá ou café. E as perguntas continua...