"Já que querem... Aqui vai"

 Hoje não há paciência, não há diplomacia e muito menos vontade de fingir respeito por opiniões que valem literalmente um caralho. Há dias em que a lucidez vem acompanhada de um desprezo tão claro pela estupidez alheia que a única coisa honesta a fazer é dizer tudo como é — sem açúcar, sem filtros e, sim, com as asneiras que a situação pede.

É absolutamente ridículo — e ao mesmo tempo previsível — ver a quantidade de gente que lê um texto minimamente bem construído e, em vez de usar dois neurónios para pensar, entra logo em modo atrasado mental: “Isto não pode ser dela.” “Deve ter ajuda.” “Foi inteligência artificial.”

Mas vocês são assim tão limitados ou fazem um esforço consciente para parecer?

Porque, no fundo, o problema não é o texto. O problema é que aquilo vos fode a cabeça. Incomoda-vos. Dá-vos aquela comichão irritante de perceber que não conseguem fazer igual. E como isso dói — ai como dói — lá vêm vocês com teorias de merda para tentarem não parecer tão pequenos quanto realmente são.

E depois há o clássico nojento: se o texto viesse assinado por uma doutora qualquer, um professor cheio de tiques ou um cabrão com estatuto social, vocês estavam ali a bater palminhas feitos atrasados, a dizer “que brilhante”, “que profundo”, mesmo sem perceberem um caralho do que estavam a ler. Porque vocês não avaliam qualidade — vocês veneram rótulos.

E isso diz tudo. Diz que o vosso cérebro não pensa — reage. Diz que a vossa opinião não é vossa — é emprestada. Diz que são exatamente aquilo que tentam disfarçar: inseguros, limitados e com uma necessidade desesperada de se sentirem superiores… mesmo que seja à custa de mandar bitaites de merda.

E é por isso que eu estou-me completamente a cagar para o que dizem. Não é pose, não é arrogância — é higiene mental. Porque dar importância a quem não tem nada para acrescentar é perder tempo, e eu tenho mais que fazer do que limpar a merda intelectual alheia.

E depois ainda têm a lata de falar com arrogância. Aquela arrogância de quem não vale nada, mas fala alto para ver se engana alguém. Spoiler: não engana. Só faz figura de urso. Um urso barulhento, cheio de confiança… e vazio por dentro.

Aliás, se quiserem um paralelo mais ajustado ao vosso contributo: são como um daqueles peidos mal dados em público — fazem barulho, causam algum desconforto momentâneo, e depois dissipam-se no ar, deixando apenas um leve rasto de vergonha… mas não para quem os ouviu.

E sinceramente? Estou-me completamente a cagar para vocês e para o que pensam. A sério. Isso não me atinge. Não me belisca. Não vale o tempo que demoraram a escrever essas opiniões de merda.

Porque no fim do dia, vocês são só isso: barulho. Barulho irritante, repetitivo e completamente irrelevante. 

Continuem, vá. Continuem a dizer disparates, a suspeitar de tudo, a tentar puxar os outros para o vosso nível rasteiro. É o máximo que conseguem — e isso nota-se.

Agora vão lá à inteligência artificial tentar fazer um texto destes, cheio de caralhos, merda e fodas… seus burros do caralho.

Escrito com muito carinho, sabedoria e lucidez pode ser que pensem que os impropérios que não costumo usar por opção, foi a inteligência artificial... Abram a vossa mente. Seus tristes.

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