"Entre saltos e silêncios."
Hoje foi um daqueles dias em que a vida parece querer testar os limites da minha energia e da minha capacidade de me deixar levar pelo imprevisto. Desde cedo senti que seria uma maratona — não apenas de lugares e deslocações, mas sobretudo de emoções. De manhã, o primeiro destino: o Quantum Park, esse espaço que parece saído de um futuro lúdico, onde a gravidade se suspende e os corpos descobrem que podem voar sem asas. Ali, entre trampolins, saltos e risos, percebi como a infância se alimenta do movimento puro, da liberdade de cair e recomeçar sem medo. O meu filho, claro, mergulhou nesse universo com a entrega total de quem ainda acredita que o chão é apenas um detalhe. O almoço trouxe-nos outra aventura, desta vez num espaço que conjuga adrenalina com camaradagem — um daqueles lugares onde se joga paintball e se percorrem trilhos de mota, como se a terra e a cor nos lembrassem que brincar também pode ser guerra simbólica e velocidade em estado bruto. Olhei-o, com o coração divi...