A música que escrevi.
Hoje peguei na minha viola e escrevi um canção a letra decidi partilhar.
Verso 1:
Ah, chamam-me parasita, que original,
Nas costas, sussurram, que coisa banal.
Não têm coragem, não têm valor,
Atacam no escuro, com medo do calor.
Preferem o rabo, é a vossa obsessão,
Cobardes a rastejar, que grande missão.
Vocês murmuram, sem olhar-me nos olhos,
Mas sou eu que vos faço perder os folhos!
Refrão:
Sou um parasita, assumo com prazer,
Vocês são hospedeiros, a definhar a crescer.
Atacam por trás, não sabem encarar,
Mas quem é o parasita? Vamos lá pensar!
Verso 2:
Vocês falam tanto, mas não dizem nada,
Perdem-se nas sombras, a alma é quebrada.
Eu vivo de frente, com brilho e fulgor,
Enquanto vocês vivem no vosso pavor.
Hipócritas sempre, com o dedo a apontar,
Mas, e vocês? Que vos falta para brilhar?
Dizem-me parasita, é engraçado ouvir,
Porque na verdade, são vocês que estão a cair.
Refrão:
Sou um parasita, assumo com prazer,
Vocês são hospedeiros, a definhar a crescer.
Atacam por trás, não sabem encarar,
Mas quem é o parasita? Vamos lá pensar!
Ponte:
Todos começamos assim, a sugar sem cessar,
Mas há quem o faça sem medo de se mostrar.
Vocês rastejam, e eu sigo em frente,
No fim, quem é que sai sorridente?
Refrão (x2):
Sou um parasita, assumo com prazer,
Vocês são hospedeiros, a definhar a crescer.
Atacam por trás, não sabem encarar,
Mas quem é o parasita? Vamos lá pensar!
Final:
Então, chamem-me o que quiserem, continuem a gritar,
Mas no fim, sou eu quem vos faz vacilar.
Se sou parasita, o que vos posso dizer?
Ao menos, sou honesta — e vocês a esconder!